Museu José Antônio Pereira: Guia Completo, Preços, Horários e Obras Principais

O Museu José Antônio Pereira é um dos endereços mais importantes para quem deseja entender as origens de Campo Grande e montar um bom roteiro cultural na capital sul-mato-grossense. Instalado na antiga sede da Fazenda Bálsamo, o espaço preserva memória, arquitetura vernacular e objetos ligados aos primeiros tempos da cidade.

  • Status: aberto ao público; a plataforma Visite Museus informa funcionamento de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h, com segunda-feira fechada.
  • Tempo médio de visita: cerca de 1 hora (estimativa prática; não encontrei duração oficial publicada nas fontes abertas consultadas).
  • Preço base: gratuito.
  • Nota dos visitantes: 4,5/5 ⭐⭐⭐⭐ em 1,3 mil avaliações no Google

Sobre o Museu José Antônio Pereira

O Museu José Antônio Pereira é um museu de história dedicado à formação de Campo Grande e à memória da família Pereira. Seu grande diferencial não está apenas nas peças expostas, mas no fato de funcionar em uma antiga casa rural associada à Fazenda Bálsamo, preservando um recorte raro da ocupação do território sul-mato-grossense.

Para quem busca turismo cultural e quer conhecer as exposições em Campo Grande além dos circuitos mais conhecidos, a visita vale muito pela atmosfera do lugar. A “joia da coroa” do museu é o próprio conjunto arquitetônico em taipa, considerado nas fontes públicas consultadas como um exemplar singular da antiga arquitetura colonial/rural da cidade, somado ao acervo com mobiliário, utensílios domésticos e instrumentos de trabalho.

Outro ponto forte é a relação entre patrimônio e identidade local. O museu ajuda a compreender não só a figura de José Antônio Pereira, mas também a formação do antigo arraial e a transformação da antiga área rural em perímetro urbano. É uma visita que conversa bem com quem monta um roteiro cultural mais amplo por Campo Grande e quer incluir um dos espaços históricos mais representativos da cidade.


História e Arquitetura do Museu José Antônio Pereira

O Museu José Antônio Pereira funciona na antiga sede da Fazenda Bálsamo, um dos marcos mais antigos da formação de Campo Grande. As referências públicas sobre a construção situam o imóvel no fim da década de 1870, com registros que o apontam como erguido em 1877 e outras sínteses patrimoniais que o datam de aproximadamente 1880. Depois de integrar as terras ligadas à família de Antônio Luiz Pereira, filho de José Antônio Pereira, o conjunto foi doado ao município em 1966 por Carlinda Pereira Contar, uma das herdeiras da propriedade.

O reconhecimento institucional veio depois: o espaço passou a funcionar como museu com ano de abertura registrado em 1983, mesmo ano em que ocorreu o tombamento municipal pelo Decreto nº 4.934, de 20 de abril de 1983. A preservação do imóvel tem grande valor histórico porque ele é tratado nas fontes patrimoniais como um dos raros remanescentes da ocupação inicial da cidade e como a casa de taipa mais antiga e única de Campo Grande.

Do ponto de vista arquitetônico, o prédio é um exemplar singular da arquitetura rural dos primórdios da cidade. A construção apresenta estrutura de madeira com vedação em taipa, também descrita como pau a pique, além de cobertura em trama de madeira e telhas de barro. As descrições patrimoniais apontam ainda um edifício retangular, de pé-direito baixo, com anexos ligados ao antigo uso rural, como abrigo para monjolo, cozinha e galpão. Mais do que cenário para o acervo, a própria edificação é parte central da visita, pois preserva técnicas construtivas, ambiência histórica e a memória da antiga Fazenda Bálsamo.

Acervo do Museu José Antônio Pereira

O acervo do Museu José Antônio Pereira ajuda a entender, de forma visual e muito concreta, como era a vida doméstica e produtiva nos primeiros tempos de Campo Grande. Mais do que reunir peças antigas, o espaço preserva objetos que revelam hábitos, técnicas de trabalho, organização da casa e elementos do cotidiano rural ligados à antiga Fazenda Bálsamo.

Maquete da antiga Fazenda Bálsamo e da ocupação pioneira

Entre os destaques do acervo, a maquete tem papel importante por apresentar uma leitura mais ampla do espaço histórico e da antiga organização da fazenda. Esse tipo de representação ajuda a visualizar a formação do núcleo rural, a distribuição dos ambientes e a relação entre a moradia, o trabalho e a paisagem que marcou os primeiros anos da região.


Louças, utensílios domésticos e objetos de uso diário

As peças de louça, recipientes e utensílios preservados no museu revelam aspectos simples, mas valiosos, da rotina familiar. Esses objetos ajudam a compreender como eram servidos os alimentos, como se organizavam os armários e quais materiais faziam parte do dia a dia de uma casa rural do período.

Cozinha histórica e utensílios do preparo dos alimentos

A área ligada à cozinha reúne panelas, recipientes e objetos que remetem ao preparo da comida e às tarefas domésticas mais constantes da casa. Esse núcleo do acervo é especialmente interessante porque aproxima a visita da experiência real dos moradores, revelando uma rotina marcada pelo trabalho manual e pelo aproveitamento integral dos espaços.

Tear, roca e costura na produção artesanal da casa

O acervo também ganha força ao mostrar ferramentas relacionadas à produção artesanal, como o tear e outros instrumentos associados ao fazer manual. Essas peças são importantes porque ajudam a entender como o trabalho têxtil e a fabricação doméstica participavam da vida cotidiana, reforçando o caráter autossuficiente das antigas propriedades rurais.

O que ver no Museu José Antônio Pereira

A visita ao Museu José Antônio Pereira vai além da observação de objetos isolados. O grande atrativo está em percorrer ambientes que recriam a atmosfera da antiga casa, perceber detalhes da vida dos pioneiros e observar elementos que ajudam a contar, de forma sensorial, a história da formação de Campo Grande.

Ambientes internos que recriam a casa dos pioneiros

Um dos pontos mais interessantes da visita é observar como os cômodos foram organizados para transmitir a sensação de uma casa habitada em outro tempo. O quarto simples, a passagem entre os ambientes e a presença de móveis essenciais ajudam a construir uma leitura mais íntima da vida doméstica dos pioneiros.

Objetos do trabalho doméstico, da costura e do cuidado com a casa

Esse trecho da visita chama atenção por reunir peças que remetem ao trabalho cotidiano dentro da residência, como instrumentos ligados à costura, ao artesanato e ao cuidado com as roupas. São objetos que ajudam a mostrar como a manutenção da casa dependia de habilidades práticas e de um ritmo de trabalho constante dentro do ambiente familiar.

O monjolo e a engenharia rural preservada no museu

O monjolo é um dos elementos mais marcantes da visita, porque conecta diretamente o museu ao universo produtivo das antigas fazendas. Além do valor histórico, a estrutura chama atenção pela engenhosidade mecânica e pela forma como aproveitava a força da água, tornando-se uma peça de grande impacto visual e simbólico no percurso.

Escultura “Família de José Antônio Pereira”

A escultura da família é um dos pontos mais expressivos do museu, pois sintetiza a dimensão humana da história preservada no local. A obra reforça a ligação entre memória, origem familiar e formação da cidade, funcionando como um marco visual que ajuda a encerrar a visita com um olhar mais afetivo sobre os personagens ligados ao espaço.

📸 Fotos do Museu José Antônio Pereira

Experiência e Acessibilidade do Museu José Antônio Pereira

O Museu José Antônio Pereira oferece uma experiência mais voltada à história local, à memória da formação de Campo Grande e ao contato com um patrimônio arquitetônico raro da cidade. Por esse perfil, a visita se encaixa especialmente bem em roteiros de turismo cultural, atividades de educação patrimonial, visitas de estudantes, pesquisadores, famílias e turistas interessados em espaços históricos de menor escala e visita contemplativa. A própria programação institucional registra visitas mediadas, atividades gratuitas e classificação livre, o que reforça seu caráter educativo e acessível em termos de público.


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Em relação à acessibilidade física e comunicacional, o cadastro oficial do museu informa que o espaço não possui infraestrutura para pessoas com dificuldade de locomoção e também não possui infraestrutura para pessoas com deficiências auditivas e/ou visuais. O mesmo registro público também indica que o museu não possui infraestrutura específica para atendimento a turistas estrangeiros.

Recursos de acessibilidade informados oficialmente

» Infraestrutura para pessoas com dificuldade de locomoção: não possui. 

» Infraestrutura para pessoas com deficiências auditivas e/ou visuais: não possui. 

» Infraestrutura específica para turistas estrangeiros: não possui.

Como apoio geral ao visitante, o cadastro oficial informa que o museu conta com bebedouro, sanitário e estacionamento, mas esses itens não substituem recursos formais de acessibilidade universal.

Comodidades no Museu José Antônio Pereira

O Museu José Antônio Pereira oferece uma estrutura simples, coerente com seu perfil histórico e com a proposta de visita voltada à preservação da memória de Campo Grande. De acordo com o cadastro oficial do museu, as comodidades disponíveis ao público incluem bebedouro, sanitário e estacionamento, o que garante apoio básico durante a permanência no local.

Nas informações institucionais públicas consultadas, não há registro de café, loja de souvenirs ou guarda-volumes. O cadastro oficial também informa que o espaço não possui biblioteca nem arquivo histórico, reforçando o caráter enxuto da infraestrutura oferecida ao visitante.

Por esse motivo, a visita ao Museu José Antônio Pereira costuma funcionar melhor como uma experiência objetiva, focada no acervo, na arquitetura da antiga Fazenda Bálsamo e na vivência de um importante ponto de turismo cultural em Campo Grande.

Integração Escolar do Museu José Antônio Pereira

A integração escolar no Museu José Antônio Pereira acontece principalmente por meio de visitas mediadas, voltadas à apresentação do acervo, da história do patrimônio e da formação de Campo Grande. No cadastro oficial do museu, consta que a instituição promove visitas com guia, mediador, monitor, educador ou orientador somente mediante agendamento. Em ação institucional divulgada na plataforma Visite Museus, o espaço também descreve que os visitantes são acompanhados por um mediador cultural, responsável por apresentar o museu e contextualizar a história do patrimônio.

Esse formato torna o museu especialmente adequado para escolas, professores e grupos de estudantes que desejam trabalhar conteúdos de história local, memória urbana e educação patrimonial em uma experiência presencial. A atividade mediada registrada na plataforma oficial é gratuita, tem formato presencial e classificação livre, o que reforça o potencial do espaço para receber públicos escolares em diferentes faixas etárias.

Em referência institucional ligada ao turismo e à cultura de Campo Grande, o museu também aparece com a orientação de que as escolas devem agendar as visitas, o que reforça a necessidade de organização prévia para atividades pedagógicas no local.

🎫 Ingresso do Museu José Antônio Pereira

A visita ao Museu José Antônio Pereira é gratuita, segundo as plataformas oficiais consultadas. Para o visitante individual, a tendência é encontrar acesso simples dentro do horário de funcionamento; para visitas mediadas, especialmente de escolas e grupos, o ideal é agendar antecipadamente.

» Inteira: gratuita.

» Meia-entrada: não se aplica, porque a política informada é de gratuidade total.

» Visitas mediadas: verificar necessidade de agendamento prévio.

Os valores dos ingressos mencionados podem sofrer alterações sem aviso prévio. Para informações atualizadas, consulte sempre os canais oficiais do museu

🚗 Como chegar no Museu José Antônio Pereira

Partindo da região central de Campo Grande, uma referência prática é a Praça Ary Coelho, tradicional ponto do coração da cidade, na área da Rua 14 de Julho com a Avenida Afonso Pena. O Museu José Antônio Pereira fica na Avenida Guaicurus, 6705, em frente à Rua da Divisão, no Jardim Monte Alegre, em um trecho já mais afastado do miolo central e voltado para a saída sul da cidade.

Transporte Público

Saindo do Centro, a rota mais prática é utilizar linhas que já passam pela região central e seguem em direção ao corredor da Avenida Guaicurus. Uma das opções mais objetivas é embarcar na linha 508, que aparece atendendo a parada Rua 26 de Agosto, 285, no Centro, e está entre as linhas que passam nas proximidades do museu.

Outra alternativa é a linha 061, disponível na parada Avenida Calógeras – Colégio Rui Barbosa, também na área central. Essa linha igualmente aparece entre as que atendem o entorno do museu.

Ao se aproximar do destino, as paradas mais convenientes são:

» Avenida Guaicurus, 6657-6731 — cerca de 2 minutos de caminhada até o museu

» Rua Frentini, 262 — cerca de 4 minutos de caminhada

» Rua Filomena Segundo Nascimento, 1722-1796 — cerca de 6 minutos de caminhada

As linhas identificadas nas proximidades do museu são 061, 102, 103, 508 e 511. Entre elas, a 508 tende a ser uma das mais úteis para quem sai do Centro, porque já aparece em ponto central e segue para a área do museu sem exigir uma referência complicada para embarque.

Carro

De carro, o deslocamento a partir do Centro é simples porque o destino final está em uma avenida longa e bastante conhecida da cidade. Saindo da região da Praça Ary Coelho, da Rua 14 de Julho ou da Avenida Afonso Pena, o objetivo é acessar a Avenida Guaicurus e seguir por ela no sentido do Jardim Monte Alegre. O museu fica no trecho da avenida em frente à Rua da Divisão, o que facilita bastante a navegação por GPS.

Na prática, o trajeto funciona assim:

» sair do Centro de Campo Grande, usando como referência a área da Praça Ary Coelho;

» avançar em direção aos eixos de ligação com a Avenida Guaicurus;

» entrar na Av. Guaicurus e permanecer nela por vários quilômetros;

» seguir até o número 6705, no trecho em frente à Rua da Divisão;

» utilizar o estacionamento do próprio museu, que consta no cadastro oficial da instituição.

Para navegação por aplicativo, a forma mais segura é usar o endereço completo Avenida Guaicurus, 6705, em frente à Rua da Divisão, Jardim Monte Alegre, Campo Grande – MS.

🅿️ Estacionamentos no Museu José Antônio Pereira

O Museu José Antônio Pereira possui estacionamento no próprio local, conforme registro oficial do Cadastro Nacional de Museus.

⇒ Estacionamento do próprio Museu — Avenida Guaicurus, 6705, em frente à Rua da Divisão, Jardim Monte Alegre, Campo Grande – MS.

Nas fontes públicas consultadas, há confirmação do estacionamento do próprio museu, mas não aparece uma listagem pública confiável de estacionamentos privados imediatos no entorno com endereço validado para inclusão segura nesta seção.

📍 Endereço do Museu José Antônio Pereira

Avenida Guaicurus, 6705, em frente à Rua da Divisão, Jardim Monte Alegre, Campo Grande – Mato Grosso do Sul/MS – CEP 79074-340.

A base do Cadastro Nacional de Museus também registra o local como Av. Guaicurus, s/n, no mesmo ponto de referência

🕒 Horário de Funcionamento do Museu José Antônio Pereira

O Museu José Antônio Pereira funciona nos seguintes horários:

• Terça a sexta: 9h às 17h

• Sábados, domingos e feriados: 13h às 17h

• Segunda-feira: fechado

Observação importante: o Cadastro Nacional de Museus ainda exibe o horário como terça a domingo, das 9h às 17h. Como há divergência entre bases públicas, a melhor prática é confirmar antes da visita.

☎️ Contato do Museu José Antônio Pereira

O Museu José Antônio Pereira possui os seguintes canais de contato

• Telefone: (67) 4042-1313

• E-mail: [email protected]

Dicas para Sua Visita

→ Prefira chegar com o endereço salvo no GPS, porque o museu fica em um ponto de referência específico da Av. Guaicurus.

→ Confirme o horário por telefone antes de sair, já que as duas bases públicas consultadas mostram horários diferentes.

→ Se quiser visita mediada, agende com antecedência, sobretudo em grupo ou em contexto escolar.

→ Reserve tempo para observar a arquitetura, porque a casa é uma das partes mais importantes da experiência.

→ Leve em conta a acessibilidade antes da visita, pois o cadastro oficial não aponta recursos estruturados para mobilidade reduzida nem para deficiência auditiva/visual.

→ Quem gosta de história local pode combinar o passeio com outros espaços culturais de Campo Grande, formando um roteiro mais completo de exposições em Campo Grande e patrimônio histórico.

❓ Perguntas Frequentes (FAQ)

1) O Museu José Antônio Pereira é gratuito?

Sim. As fontes oficiais consultadas informam gratuidade total para visitação.

2) Onde fica o Museu José Antônio Pereira?

Fica na Avenida Guaicurus, em frente à Rua da Divisão, no Jardim Monte Alegre, em Campo Grande. A plataforma Visite Museus detalha o número como 6705.

3) O que há de mais importante para ver no museu?

O grande destaque é a casa histórica da antiga Fazenda Bálsamo, além da escultura da família Pereira e do acervo com mobiliário, utensílios e instrumentos ligados ao cotidiano rural.

4) O museu tem acessibilidade?

Segundo o Cadastro Nacional de Museus, não há infraestrutura registrada para dificuldade de locomoção nem para deficiências auditivas/visuais.

5) É preciso agendar a visita?

Para visita comum individual, as fontes oficiais abertas não exigem agendamento prévio. Já as visitas com guia/mediador aparecem como realizadas somente mediante agendamento.

6) Tem estacionamento?

Sim. O cadastro oficial informa que o museu possui estacionamento.

7) Quais ônibus passam perto do museu?

As referências consultadas indicam linhas como 061, 102, 103 e 508 nas proximidades.